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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
O Autoconhecimento
O processo de conhecer a si
mesmo
Todos os indivíduos por natureza nascem sem sabedoria
suficiente para agirem e viverem sozinhos; precisam dos pais desde os primeiros
anos de vida até uma determinada idade, dependendo das condições, para
começarem a viver por conta própria.
Embora essa maturidade seja adquirida, a pessoa continua a
ter um processo necessário de aprendizagem, de absorver experiências que lhe
promove uma melhor convivência com o meio social em que vive, como consigo
mesmo; além de ajudar na sensatez e consciência das várias decisões na sua vida
pela qual precisa tomar.
Por isso, pode-se afirmar que esta absorção de
conhecimentos, experiência é feita principalmente pelo processo de reflexão dos
atos que foram ou serão realizados; neste caso usa-se geralmente o “banco de
dados” de outras situações semelhantes já ocorridas em suas vidas como forma de
respaldar a viabilidade e segurança da decisão a tomar.
Do mesmo modo, o ato de narrar-se propicia justamente este
julgamento de como se vive, o que se faz ou o que precisa melhorar, modificar, extirpar
no comportamento da pessoa para que os obstáculos a surgirem na sua frente não
sejam intransponíveis, mas sim, simplesmente, evitáveis.
Na
verdade, o autoconhecimento pode ser revelado de várias formas; pela reflexão,
narrar-se de si mesmo mentalmente ou em diários para ser lido e refletido do
que mais acontece em suas vidas e como se dá os desfechos. Tudo em prol de
dominar o conhecimento de si próprio para uma vida com mais qualidade,
receptiva e sadia socialmente. Sem desconsiderar a ideia de que a personalidade
da pessoa se traduz no que ela faz, a educação adquirida, o modo de convivência
social.quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
Avaliação de Imóveis urbanos ABNT NBR 14653:2001
ABNT
NBR 14.653:2001 - PARTE 1 E 2
A ABNT NBR 14653:2001 trata de avaliação de bens, sendo
que a parte 1 trata de procedimentos gerais, já a parte 2 discorre sobre a
avaliação de imóveis urbanos, esta norma abrange outros bens sujeito a
avaliação, descritos cada qual em outras partes.
Segundo a ABNT NBR 14653, as atividades básicas que o
avaliador deve realizar é o próprio levantamento de dados para qualquer bem a
ser avaliado, seja imóveis rurais, urbanos, empreendimentos, máquinas,
equipamentos, instalações e bens industriais em geral, recursos naturais, e
ambientais, ou mesmo patrimônio histórico.
Portanto, as medidas preliminares do profissional
capacitado e habilitado para realizar a avaliação é:
1) Requisição de documentação ao contratante ou interessado;
2) Tomar conhecimento do teor de toda a documentação;
3) Vistoria do bem avaliando (trabalho de campo);
4) Coleta de dados, anotados durante a vistoria e a busca de
informações documentais já existentes sobre o imóvel que sejam relevantes e
esclarecedores - incluindo aqui as informações de bancos de dados de órgãos e
departamentos públicos no qual o imóvel está inscrito -. Ainda, neste item,
deve-se considerar a situação do mercado da região em que se encontra o imóvel,
de modo mais preciso possível através de pesquisa de mercado; saber se o imóvel
abrange alguma área de interesse social como área de turismo, litorânea, de
preservação ambiental em que neste caso o torna limitador para certas
atividades de cunho industrial ou mercadológico;
Munido de todas as informações importantes e verídicas;
compatíveis com a finalidade do tipo de avaliação que se queira realizar sobre
o imóvel urbano, o avaliador ou perito escolherá um método apropriado para
fazer o laudo, dependendo da situação e do critério de rigor do trabalho,
assim, o método pode ser:
1) Método comparativo direto de dados de mercado;
2) Método involutivo que identifica o valor de mercado do bem
fundamentado no seu aproveitamento eficiente comercial, isto é, se a região é
um bom ponto comercial para um determinado empreendimento planejado;
3) Método evolutivo, se ocupa em identificar o valor do
imóvel pelo somatório dos valores de seus componentes primordiais;
4) Método da capitalização da renda, neste, avalia-se o valor
do bem, tão somente, baseado na capitalização presente de sua renda líquida prevista,
considerando-se cenários viáveis e possíveis.
Por fim, o laudo de avaliação simplificado deve preservar alguns
dados essenciais presentes no laudo de avaliação completo, como:
a) identificação do solicitante;
b) finalidade do laudo, quando informado pelo solicitante;
c) objetivação da avaliação;
d) pressupostos, ressalvas e fatores limitantes, acompanhados
da documentação pertinente;
e) identificação e caracterização do imóvel avaliando; além,
é claro, da vistoria de campo do imóvel urbano, objeto do laudo;
f) diagnóstico do mercado;
g) indicação do(s) método(s) e procedimento(s) utilizado(s);
h) especificação da avaliação com relação aos graus de
fundamentação e precisão;
i) tratamento dos dados e identificação do resultado;
desenvolvidos eficientemente com julgamento direto pelas informações
disponíveis; permitindo projeções de aspectos pertinentes do imóvel urbano
dentro de uma margem razoável de segurança.
Links:
Norma ABNT NBR 14653-1:2001
Norma ABNT NBR 14653-2:2011
Links:
Norma ABNT NBR 14653-1:2001
Norma ABNT NBR 14653-2:2011
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